Nosso aluno de francês, Guilherme Bispo Marchesin, iniciou o aprendizado do idioma na Guiliani Language Center em razão de uma viagem que fez no final do ano passado para alguns países europeus.
No blog de hoje, Guilherme conta um pouco de como foi sua experiência e relata as facilidades em visitar um país dominando o idioma local. Confira!

1- O que mudou entre fazer uma primeira viagem internacional sem saber o idioma para agora?
Na minha primeira viagem internacional eu já falava inglês, então não tive grandes problemas. Mas sem dúvida falar o idioma local ajuda no relacionam
ento com as pessoas – não só no aspecto de comunicação, mas também de uma relação mais próxima, como a confiança e respeito. Outro fator que facilita bem é a questão da locomoção, localização, alimentação, etc… Motivo pelo qual decidi começar a estudar francês na Giuliani Language Center.
2- Como foi a preparação antes de embarcar ?
No meu caso foi tranquilo, porque o passaporte havia sido renovado no ano anterior e os países em que estive não exigiam o visto de turismo.
3- Quais países teve a oportunidade de conhecer na sua última viagem?
Na última viagem, fiquei hospedado na Holanda, Bélgica, e Luxemburgo, mas fiz um “bate-volta” à Alemanha (Colônia), França (Lille) e Inglaterra (Londres).
4- Como foi a adaptação no país?
Foi bem tranquila, exceto pelo frio que nem de longe se assemelha ao frio do Brasil.
5- Anteriormente esteve em quais países?
Já havia visitado Itália, França, Suíça, Argentina, Uruguai, Paraguai e México.
6- Tem a intenção de fazer outras viagens para o exterior? Para onde?
Sim. Minha noiva e eu gostamos de viajar ao menos uma vez no ano. Nossa próxima viagem será para o Canadá, em data a definir, porque nosso vôo, que seria em abril/2020, foi cancelado em razão da pandemia do coronavírus.
7- Quais as maiores diferenças que sentiu em relação ao Brasil?
As principais diferenças foram o clima frio e os reflexos dele nas atividades das pessoas. Dois exemplos clássicos: escurece-se muito cedo (16h) e grande parte das atividades trabalham em horários diferenciados nas estações frias do ano.
8- Passou por alguma situação engraçada ou curiosa que gostaria de contar?
Em Amsterdam eu e minha noiva fomos a um restaurante e comemos um prato identificado no cardápio como “filé americano” (um belo steak com batatas e salada). Dias depois fomos para Luxemburgo e, lá, fomos em um restaurante e encontramos o mesmo “filé americano” no cardápio. Pensamos que era parecido e acabamos escolhendo, porém, quando veio, era um tartar e não era nada bom.
