
Um dos programas mais procurados por brasileiros em busca experiência e aprendizado no exterior é o “Au Pair”. Ele é destinado a jovens de 18 a 30 anos com foco em aprender um novo idioma e ter contato com outra cultura, através do trabalho de cuidado com crianças de uma família anfitriã. O programa tem 1 ano de duração, podendo ser estendido por mais seis, nove ou doze meses.
O blog da Giuliani Language Center conversou com a ex-aluna de Inglês, Andressa Guimarães, que contou a experiência de ter embarcado na aventura de fazer o Au Pair, e hoje vive em New York (EUA). Confira!
As aulas da Giuliani com foco no “Au Pair” foi importante para conseguir se comunicar ?
As aulas foram essenciais para eu conseguir me comunicar, tudo o que eu aprendi foi através das aulas (um total de 3 anos) e ter as aulas VIP com foco no Au Pair foi de muita ajuda, os professores sempre trouxeram bons materiais e desde o primeiro momento nos EUA,apesar de ainda não ter um vocabulário abrangente, eu recebi vários elogios sobre o meu inglês ser bom.
O que te motivou a escolher o programa “Au Pair” ?
O fato de eu já ter bastante experiência com crianças comprovada e por ser o melhor no meu ver em custo x benefícios.
Como foi a preparação antes de embarcar ?
A agência que usei para o Au Pair me mandou todos os documentos necessários para dar entrada no passaporte, visto e por eu estar indo como Au Pair eu precisei fazer um curso on-line pela agência que fui. Além de toda preparação com mala, principalmente quais roupas eu levaria já que cheguei no final de Novembro, e é bem frio.
Como foi a adaptação no país?
A adaptação foi muito tranquila, a família que eu fiquei no Au Pair me ajudou muito com isso e eu tive a ajuda da ex au pair deles que é brasileira que me ajudou muito mostrando lugares, me apresentando para os amigos etc… Mas também teve momentos que senti a falta de tudo do Brasil, principalmente dos meus pais e cachorro.
Está tendo ou teve alguma dificuldade?
A maior dificuldade e medo foi dirigir na neve e seguir caminhos pelo GPS, já que não estava acostumada com o aparelho pra dirigir aqui no Brasil, já até fiquei em apuros. Era noite, não conhecia as ruas ainda e precisei ir a um lugar diferente buscar as crianças, uma das ruas estava fechada e o GPS não me dava uma nova rota, até que precisei ligar pedindo ajuda.
Houve alguma situação curiosa ou engraçada que gostaria de relatar?
Eu podia dirigir o carro da família nos momentos que eu não estava trabalhando então um dia eu resolvi ir até uma loja, toda vez que eu saía eles me falavam pra desligar as luzes do carro porque não eram automáticas e eu esqueci a luz do carro ligada que resultou na falta de bateria. Eu entrei em crise e saí tentando pedir ajuda sem saber como falar aquilo pra todas as pessoas que eu via no estacionamento e ninguém me ajudava, até que um senhor resolveu me ajudar e eu consegui ir para casa.
Outra situação aconteceu em New York, eu estava passando e uma pessoa me falou “hi” e estava tentando pedir informação em inglês, mas estava falando em português com a outra, até que eu respondi em português e elas ficaram assustadas e nós começamos a rir.
Tem a intenção de voltar para o Brasil ou continuar morando nos Estados Unidos?
No Brasil agora só volto para visitar. Atualmente moro em Long Island – NY com meu marido e filho.
Texto: Felipe Abrahão
Arte: Felipe Espinosa
